Publicado pela equipe KriptoBR · Atualizado em setembro de 2026 · Leitura de 14 minutos
- Como escolher onde prender a sua tag
- Casa e rotina (usos 1 a 10)
- Trabalho e estudo (11 a 18)
- Viagem e bagagem (19 a 27)
- Carro, moto e outros veículos (28 a 35)
- Pets (36 a 38)
- Cripto e segurança patrimonial (39 a 45)
- Mudança, empréstimo e logística (46 a 50)
- Onde não usar a Smart Tag
- Dicas de instalação: o que atrapalha o sinal
- Qual versão comprar para cada perfil
- Perguntas frequentes
Como escolher onde prender a sua tag
Antes da lista, três critérios simples que evitam desperdiçar uma tag em algo que nunca some:
- Frequência. O objeto some com que frequência? Chaves e controle remoto ganham de longe de qualquer item que você perde uma vez a cada cinco anos.
- Consequência. Qual o tamanho do prejuízo se sumir? Uma mala despachada some raramente, mas quando some vira um problema de dias.
- Acesso ao sinal. A tag precisa conseguir transmitir. Objeto guardado dentro de metal fechado ou em local sem movimento de pessoas é o pior cenário possível para qualquer rastreador Bluetooth.
Se você ainda não conhece o funcionamento por trás disso, vale ler antes o artigo Smart Tag de rastreamento: como funciona. E para a parte prática de pareamento, o guia Como configurar e usar a Smart Tag.
Casa e rotina
- Chaves de casaO uso número um, e por um bom motivo: o alarme de 70 dB resolve em segundos o chaveiro que escorregou entre as almofadas do sofá ou caiu atrás do móvel.
- Chave reserva do carro ou da motoA chave que fica guardada é justamente a que ninguém lembra onde está no dia em que a principal some. Prenda a tag nela, não na chave de uso diário.
- Carteira com documentos e dinheiroA versão iOS acompanha case de silicone, que facilita acomodar em um compartimento interno sem incomodar.
- Controle remoto da TVParece exagero até a primeira vez que você toca o alarme e descobre o controle dentro do cesto de roupa suja.
- Estojo de fones sem fioObjeto pequeno, caro e que vive mudando de lugar. Prenda a cordinha na argola do estojo.
- Estojo de óculosEspecialmente óculos de leitura e de sol, que costumam ser deixados em cima de qualquer superfície da casa.
- Guarda-chuvaUm dos objetos mais esquecidos em restaurantes e escritórios. Com o aviso de separação ativado, você recebe a notificação ainda na porta.
- Necessaire de medicamentos de uso contínuoAqui a tag deixa de ser conveniência e vira tranquilidade, principalmente em viagem.
- Bolsa de academiaSome do vestiário, do carro e do porta-malas. E, no caminho de volta, é a bolsa que fica esquecida no banco de trás.
- Chave entregue a terceirosChave que fica com diarista, caseiro, zelador ou vizinho. Combine com a pessoa que a tag está ali, por transparência, e você saberá se a chave voltou para casa.
Trabalho e estudo
- Mochila do notebookCombinada com o aviso de separação, é o que impede o esquecimento no restaurante, no coworking ou na sala de reunião.
- Notebook, dentro da capaA tag não protege contra furto, mas ajuda muito no caso mais comum: o notebook que ficou em outra sala, em outro andar ou na casa de alguém.
- Maleta de ferramentasQuem trabalha em campo troca de obra várias vezes por semana. A tag mostra em qual endereço a maleta ficou.
- Bolsa de câmera e lentesEquipamento caro, deslocamento constante e muita gente por perto em eventos.
- Estojo de instrumento musicalEnsaio, show, van, camarim. O instrumento passa por muitas mãos em uma noite só.
- Crachá e cordão de acessoPerder o crachá costuma custar taxa de segunda via e uma manhã inteira de burocracia.
- Pasta de documentos e contratosPara quem circula entre cartório, banco e escritório com originais que não podem sumir.
- Mochila escolar das criançasA tag vai na mochila, no estojo ou na lancheira, nunca presa à criança. É recurso para achar o material esquecido, não para monitorar pessoas.
Viagem e bagagem
- Mala despachadaO uso que mais cresce. Prenda a tag dentro da mala, e não na alça externa, para não chamar atenção nem se soltar na esteira. Ainda no avião você já consegue conferir se a bagagem embarcou no mesmo voo.
- Mala de mãoÚtil quando a mala precisa ser despachada de última hora no portão de embarque, cenário em que ela deixa de estar sob seus olhos.
- Bolsa com passaporte e documentosVale especialmente em viagem internacional, quando reaver documentos é bem mais complicado.
- Mochila de trilha e campingCom uma ressalva importante: em área de mata, sem celulares por perto, a posição só atualiza quando alguém compatível passar por ali.
- Carrinho de bebê despachadoItem volumoso, despachado em esteira separada e que costuma demorar a aparecer no desembarque.
- Equipamento esportivo despachadoPrancha, tacos de golfe, esqui, equipamento de mergulho. Volumes especiais são os que mais se separam do resto da bagagem.
- Caixa de bicicleta despachadaMesma lógica, com valor agregado alto e transporte por rota diferente da bagagem comum.
- Barraca em camping ou festivalAchar a própria barraca em um campo com centenas de barracas iguais, à noite, é um problema real. O alarme resolve.
- Caixa térmica em eventoPraia, camping, festa em condomínio. A caixa térmica anda muito mais do que o dono imagina.
Carro, moto e outros veículos
Antes dos usos, uma distinção que precisa ficar clara: a Smart Tag não é rastreador veicular antifurto. Rastreador de veículo tem GPS próprio, chip de dados, alimentação do carro e central de monitoramento. A Smart Tag é um transmissor Bluetooth com bateria de moeda que depende de celulares passando por perto. Dito isso, ela resolve muito bem uma categoria inteira de problemas do dia a dia.
- Carro estacionadoO uso mais subestimado da lista. Shopping com seis andares de garagem, estacionamento de aeroporto, rua desconhecida em outra cidade: a tag no porta-luvas ou no bolso do banco mostra o setor e o alarme faz o resto. Evite deixar a tag no painel, onde o calor acumulado prejudica a bateria.
- MotoMotos mudam de vaga com frequência e ficam em estacionamentos coletivos. Acomode a tag em um compartimento fechado do baú ou sob o banco, protegida de água e vibração. Sirva-se dela para achar a moto, não para persegui-la em caso de furto.
- CapaceteCapacete é deixado em restaurante, no trabalho, na casa de amigos e na garagem do condomínio errado. A cordinha prende bem na jugular.
- BicicletaAcomode a tag fora do campo de visão, dentro do selim, no suporte da garrafa ou no interior do guidão. Serve para achar a bike no bicicletário e para localizar em qual endereço ela ficou.
- Patinete elétricoMesma lógica da bicicleta, com a vantagem de haver compartimentos fechados na maioria dos modelos.
- Carretinha e reboqueFica parado por semanas em um pátio, sítio ou terreno emprestado, e ninguém lembra exatamente onde.
- Trailer ou motorhomeÚtil também para acompanhar quando o veículo fica na oficina ou em pátio de terceiros.
- Barco pequeno, caiaque ou jet skiGuardados em marinas, garagens náuticas e reboques compartilhados. Use um compartimento estanque: a tag resiste a respingos, não a submersão.
Desde 2024, iPhones e celulares Android exibem um alerta quando um rastreador desconhecido se desloca junto com a pessoa, independentemente do sistema em que a tag foi cadastrada. Na prática, quem levar o seu veículo tende a ser notificado e poderá encontrar e desativar a tag. E, mesmo que a posição apareça no mapa, nunca vá ao local pessoalmente: a informação é para a polícia.
Pets
- Coleira do cachorroExcelente para o cachorro que se escondeu dentro de casa, no quintal ou no terreno do vizinho. Não substitui coleira com identificação e microchip, que são o que garante o retorno de um animal encontrado por outra pessoa.
- Coleira do gatoGatos que têm acesso à rua costumam ficar dentro de um raio pequeno, quase sempre em área residencial com muitos celulares por perto, o que favorece a atualização da posição.
- Caixa de transportePara quem viaja com o animal despachado no porão ou o deixa em hotel para pets e creche.
Em zona rural ou área de mata, com pouquíssimos celulares circulando, a posição pode ficar parada por horas. Para animal com acesso amplo ao ar livre longe da cidade, o equipamento adequado é um colar com GPS e chip próprios.
Cripto e segurança patrimonial
Esta é a seção em que a nossa experiência de casa de segurança pesa mais. A Smart Tag tem lugar na rotina de quem faz autocustódia, desde que se entenda exatamente qual problema ela resolve: esquecimento, não furto.
- Case da carteira físicaO aparelho guardado em um lugar tão bem pensado que nem quem guardou lembra qual é. Prenda a tag no estojo ou no case da sua cold wallet Trezor, Ledger ou SecuX. A tag não expõe o que está protegendo: o sinal é anônimo e o nome do item existe apenas dentro do seu app.
- Backup das palavras de recuperaçãoUso possível, e com ressalvas que merecem parágrafo próprio logo abaixo. Em resumo: funciona para o backup que fica na sua casa e para a caixa que você mesmo movimenta, não para o backup escondido em local que você não quer ver registrado em lugar nenhum.
- Cofre portátil ou caixa-forte pequenaAquela caixa de aço que muda de lugar durante uma reforma ou mudança e some do radar por semanas. Prenda a tag por fora, nunca dentro: o metal fechado bloqueia o sinal.
- Chave de segurança 2FAA YubiKey ou a Key-ID do molho de chaves reservas. Perder a chave de segundo fator não custa dinheiro, custa acesso a contas críticas.
- Kit de viagem criptoO estojo com carteira, cabo, adaptador e cartão de recuperação que viaja junto na mochila.
- Estojo com HD externo ou pendrive de backupBackups digitais que circulam entre casa, escritório e cofre de banco.
- Caixa de documentos societários e certificadosContrato social, certificados digitais, escrituras e apólices. Papéis que ficam guardados por anos e migram de armário a cada mudança.
Sobre prender a tag no backup das palavras de recuperação
Vale a pena tratar esse caso com o cuidado que ele merece, porque a resposta depende de onde o seu backup está.
Faz sentido quando o backup em papel ou em aço fica em uma gaveta, em uma caixa ou em um cofre doméstico que você mesmo movimenta, e o risco que você quer cobrir é o mais provável de todos: guardar tão bem que se perde a referência, ou mover durante uma reforma e não lembrar para onde foi.
Não faz sentido quando o backup está escondido em um local cuja discrição é justamente a proteção, ou dentro de um cofre metálico fechado, ou em um cofre de banco. Nesses casos a tag ou não transmite, ou transmite exatamente aquilo que você não quer registrado.
1. Metal bloqueia o sinal. Placa de aço, cápsula metálica fechada e cofre de aço atenuam ou eliminam a transmissão Bluetooth. Prenda a tag do lado de fora do recipiente, ou aceite que ela não vai reportar nada.
2. O nome do item vira um mapa. Quem tiver acesso ao seu celular desbloqueado ou à sua conta vê a lista de itens e a última posição de cada um. Nunca nomeie o item de forma que revele o conteúdo. Prefira algo neutro como Caixa 2 a qualquer nome que mencione backup, seed, palavras ou o nome de uma criptomoeda.
3. A tag não é camada de segurança. Ela não protege o backup, não avisa se alguém abriu a caixa e não impede a leitura das palavras. Quem protege o backup é o local escolhido, a redundância de cópias e, quando aplicável, a passphrase.
Se o seu objetivo real é reduzir o risco de perder o acesso, o caminho não é o rastreador, é a redundância do backup em locais distintos. Falamos disso em detalhe no Curso Trezor do Básico ao Avançado, gratuito e vitalício para quem compra uma carteira conosco.
Mudança, empréstimo e logística
- Caixas de mudançaColoque nas duas ou três caixas que você não pode perder de vista, com as coisas essenciais dos primeiros dias.
- Objetos emprestadosFerramenta, livro, projetor, HD externo. Avise quem pegou emprestado que a tag está ali; o objetivo é lembrar de devolver, não vigiar ninguém.
- Volume enviado por motoboy ou transporte particularPara entregas locais e combinadas, dá uma noção do trajeto que o volume seguiu. Não substitui o rastreio oficial da transportadora.
- Equipamento alugado ou de locaçãoQuem aluga equipamento para eventos sabe quanto se perde de material entre montagem e desmontagem.
- Bagagem de terceiros sob sua responsabilidadeGuias e organizadores de grupo que respondem por várias malas. Uma tag por volume, com nomes claros, poupa muita conversa no desembarque.
Onde não usar a Smart Tag
- Em pessoas, sem consentimento. Prender um rastreador a alguém sem que a pessoa saiba é violação de privacidade e pode configurar crime. Os próprios sistemas operacionais avisam a vítima. Para acompanhar crianças ou pessoas idosas com o consentimento delas, o equipamento correto é um dispositivo com GPS e chip próprios.
- Como antifurto de veículo. Explicado acima: sem GPS, sem chip e com alerta automático para quem estiver com o veículo, a tag não cumpre esse papel.
- Dentro de recipientes metálicos fechados. Cofres, cápsulas de aço e caixas metálicas bloqueiam o sinal Bluetooth.
- Submersa. A tag resiste a respingos e chuva leve, e a versão Android tem certificação IPX6, mas nenhuma das duas foi feita para ficar debaixo d’água.
- Em local sem circulação de pessoas. Zona rural isolada, galpão vazio, contêiner. Sem celulares por perto, não há quem reporte a posição.
- Como única proteção de item de alto valor. Para isso existem seguro, cofre e rastreador dedicado. A tag é uma camada de conveniência, não de segurança.
- Presa a algo que fica exposto ao calor extremo. Painel de carro ao sol e porta-malas fechado no verão reduzem a vida útil da bateria.
Dicas de instalação: o que atrapalha o sinal
| Situação | Efeito no sinal | O que fazer |
|---|---|---|
| Dentro de caixa de aço ou cofre | Bloqueio quase total | Prenda a tag do lado de fora do recipiente |
| Dentro de mala com muita roupa | Atenuação leve | Posicione em um bolso interno, próximo da lateral |
| Sob o banco ou no baú da moto | Atenuação moderada | Evite encostar diretamente em superfície metálica grande |
| Painel do carro exposto ao sol | Sinal normal, bateria prejudicada | Prefira porta-luvas ou bolso do banco |
| Fundo de bolsa junto de moedas e chaves | Atenuação leve, risco de riscar | Use o case de silicone ou um bolso próprio |
| Área rural sem circulação de pessoas | Sem atualização de posição | Considere um dispositivo com GPS e chip |
Qual versão comprar para cada perfil
A regra é sempre a mesma: compre a versão do celular de quem vai acompanhar o objeto no mapa, e não do celular de quem carrega o objeto. As duas versões usam redes diferentes e não são intercambiáveis.
Se a tag for para você acompanhar no seu próprio aparelho, a versão indicada é a iOS, que usa a rede Buscar da Apple. A versão Android não funciona com iPhone.
Se a tag for para você acompanhar no seu próprio aparelho, a versão indicada é a Android, disponível em preto e branco, que usa o Localizador do Google. A versão iOS não funciona com Android.
| Perfil | Versão indicada | Observação |
|---|---|---|
| Usa iPhone ou iPad | Versão iOS | Exige iOS ou iPadOS 14.5 ou superior; acompanha case de silicone |
| Usa celular Android | Versão Android, preta ou branca | Exige Android 9 ou superior com Google Play e bloqueio de tela configurado |
| Vai dar de presente | A do celular de quem recebe | Entregue lacrada, para a pessoa fazer o primeiro registro na conta dela |
| Casal com sistemas diferentes | Uma de cada | O compartilhamento de item não atravessa sistemas operacionais |
| Quer cobrir vários objetos | Várias unidades do mesmo sistema | Todas aparecem na mesma tela, cada uma com nome próprio |
Perguntas frequentes
Posso usar a Smart Tag como rastreador do meu carro?
Para achar onde você estacionou, sim, e resolve muito bem. Como antifurto, não. A tag não tem GPS nem chip, depende de celulares passando por perto e, desde 2024, iPhones e celulares Android alertam a pessoa quando um rastreador desconhecido se desloca junto com ela. Para segurança veicular, o equipamento correto é um rastreador com GPS, chip e monitoramento.
Posso prender uma tag no backup das minhas palavras de recuperação?
Pode, com três cuidados. Metal fechado bloqueia o sinal, então prenda a tag por fora do recipiente. Nomeie o item de forma neutra, porque quem acessar seu celular desbloqueado vê a lista e a última posição. E lembre que a tag não protege o backup, apenas ajuda a encontrá-lo. Para backup guardado em local cuja discrição é a própria proteção, ou em cofre de banco, o melhor é não usar tag.
Quantas tags eu preciso?
Comece por dois ou três objetos que somem com frequência ou cujo sumiço custa caro: chaves, mochila e mala costumam ser a combinação inicial. Todas as tags aparecem na mesma tela do app, cada uma com nome próprio.
A tag funciona dentro da mala despachada?
Sim. Aeroportos são ambientes com altíssima circulação de celulares, o que favorece a atualização frequente da posição. Prenda dentro da mala, não na alça externa.
Posso colocar uma tag na coleira do meu pet?
Sim, e funciona bem em área urbana. Ela não substitui a identificação na coleira nem o microchip, que são o que garante o retorno do animal encontrado por outra pessoa. Em zona rural, com pouca circulação de celulares, prefira um colar com GPS próprio.
A tag avisa se alguém tirar o objeto do lugar?
Não existe alarme de movimento. O que existe é o aviso de separação, que notifica quando você se afasta do item, e a atualização da posição no mapa quando algum celular compatível passa perto da tag.
Escolha onde a sua vai ficar
Smart Tag de Rastreamento nas versões iOS e Android, com homologação Anatel, envio imediato de São Paulo e suporte em português.
Ver a Smart Tag na lojaLeitura complementar: Smart Tag de rastreamento: como funciona · Como configurar e usar a Smart Tag. Sobre os alertas de rastreamento indesejado, ver o comunicado conjunto de Apple e Google (apple.com). Apple, iPhone, iPad e Buscar são marcas da Apple Inc. Google, Android e Localizador são marcas do Google LLC.
Publicado por el equipo de KriptoBR · Actualizado en septiembre de 2026 · Lectura de 14 minutos
- Cómo elegir dónde sujetar tu tag
- Casa y rutina (usos 1 a 10)
- Trabajo y estudio (11 a 18)
- Viaje y equipaje (19 a 27)
- Auto, moto y otros vehículos (28 a 35)
- Mascotas (36 a 38)
- Cripto y seguridad patrimonial (39 a 45)
- Mudanza, préstamo y logística (46 a 50)
- Dónde no usar la Smart Tag
- Consejos de instalación: qué perjudica la señal
- Qué versión comprar según el perfil
- Preguntas frecuentes
Cómo elegir dónde sujetar tu tag
Antes de la lista, tres criterios simples que evitan desperdiciar una tag en algo que nunca se pierde:
- Frecuencia. ¿Con qué frecuencia se pierde el objeto? Las llaves y el control remoto le ganan de lejos a cualquier objeto que pierdes una vez cada cinco años.
- Consecuencia. ¿De qué tamaño es el perjuicio si se pierde? Una maleta despachada se pierde pocas veces, pero cuando se pierde se convierte en un problema de días.
- Acceso a la señal. La tag necesita poder transmitir. Un objeto guardado dentro de metal cerrado o en un lugar sin circulación de personas es el peor escenario posible para cualquier rastreador Bluetooth.
Si todavía no conoces el funcionamiento detrás de esto, conviene leer antes el artículo Smart Tag de rastreo: cómo funciona. Y para la parte práctica del emparejamiento, la guía Cómo configurar y usar la Smart Tag. Los dos artículos están en portugués.
Casa y rutina
- Llaves de casaEl uso número uno, y por un buen motivo: la alarma de 70 dB resuelve en segundos el llavero que se deslizó entre los almohadones del sillón o cayó detrás del mueble.
- Llave de repuesto del auto o de la motoLa llave que queda guardada es justamente la que nadie recuerda dónde está el día en que la principal desaparece. Sujeta la tag a esa, no a la de uso diario.
- Billetera con documentos y dineroLa versión iOS incluye funda de silicona, que facilita acomodarla en un compartimento interno sin molestar.
- Control remoto del televisorParece exagerado hasta la primera vez que tocas la alarma y descubres el control dentro del cesto de la ropa sucia.
- Estuche de audífonos inalámbricosObjeto pequeño, caro y que vive cambiando de lugar. Sujeta el cordón a la argolla del estuche.
- Estuche de anteojosSobre todo anteojos de lectura y de sol, que suelen quedar sobre cualquier superficie de la casa.
- ParaguasUno de los objetos más olvidados en restaurantes y oficinas. Con el aviso de separación activado, recibes la notificación todavía en la puerta.
- Neceser de medicamentos de uso continuoAquí la tag deja de ser comodidad y se vuelve tranquilidad, principalmente en viaje.
- Bolso de gimnasioSe pierde en el vestuario, en el auto y en el baúl. Y, en el camino de vuelta, es el bolso que queda olvidado en el asiento trasero.
- Llave entregada a tercerosLa llave que queda con la persona de limpieza, el cuidador, el portero o un vecino. Avísale que la tag está ahí, por transparencia, y sabrás si la llave volvió a casa.
Trabajo y estudio
- Mochila de la laptopCombinada con el aviso de separación, es lo que impide el olvido en el restaurante, en el coworking o en la sala de reunión.
- Laptop, dentro de la fundaLa tag no protege contra el robo, pero ayuda mucho en el caso más común: la laptop que quedó en otra sala, en otro piso o en casa de alguien.
- Maletín de herramientasQuien trabaja en campo cambia de obra varias veces por semana. La tag muestra en qué dirección quedó el maletín.
- Bolso de cámara y lentesEquipo caro, desplazamiento constante y mucha gente alrededor en eventos.
- Estuche de instrumento musicalEnsayo, show, camioneta, camerino. El instrumento pasa por muchas manos en una sola noche.
- Credencial y cordón de accesoPerder la credencial suele costar la tarifa del duplicado y una mañana entera de trámites.
- Carpeta de documentos y contratosPara quien circula entre escribanía, banco y oficina con originales que no pueden perderse.
- Mochila escolar de los chicosLa tag va en la mochila, en la cartuchera o en la lonchera, nunca sujeta al niño. Es un recurso para encontrar el material olvidado, no para monitorear personas.
Viaje y equipaje
- Maleta despachadaEl uso que más crece. Sujeta la tag dentro de la maleta, y no en el asa externa, para no llamar la atención ni soltarse en la cinta. Todavía en el avión ya puedes confirmar si el equipaje embarcó en el mismo vuelo.
- Equipaje de manoÚtil cuando la maleta tiene que despacharse a última hora en la puerta de embarque, escenario en el que deja de estar bajo tus ojos.
- Bolso con pasaporte y documentosVale especialmente en viaje internacional, cuando recuperar documentos es bastante más complicado.
- Mochila de trekking y campingCon una salvedad importante: en zona de monte, sin celulares cerca, la posición solo se actualiza cuando pase alguien con un aparato compatible.
- Cochecito de bebé despachadoObjeto voluminoso, despachado en cinta separada y que suele demorar en aparecer en el arribo.
- Equipo deportivo despachadoTabla, palos de golf, esquí, equipo de buceo. Los bultos especiales son los que más se separan del resto del equipaje.
- Caja de bicicleta despachadaLa misma lógica, con valor agregado alto y transporte por una ruta distinta de la del equipaje común.
- Carpa en camping o festivalEncontrar la propia carpa en un campo con cientos de carpas iguales, de noche, es un problema real. La alarma lo resuelve.
- Conservadora en un eventoPlaya, camping, fiesta en el edificio. La conservadora camina mucho más de lo que el dueño imagina.
Auto, moto y otros vehículos
Antes de los usos, una distinción que necesita quedar clara: la Smart Tag no es un rastreador vehicular antirrobo. Un rastreador de vehículo tiene GPS propio, chip de datos, alimentación del auto y central de monitoreo. La Smart Tag es un transmisor Bluetooth con pila de botón que depende de celulares pasando cerca. Dicho esto, resuelve muy bien una categoría entera de problemas del día a día.
- Auto estacionadoEl uso más subestimado de la lista. Centro comercial con seis pisos de estacionamiento, estacionamiento de aeropuerto, calle desconocida en otra ciudad: la tag en la guantera o en el bolsillo del asiento muestra el sector y la alarma hace el resto. Evita dejar la tag en el tablero, donde el calor acumulado perjudica la pila.
- MotoLas motos cambian de lugar con frecuencia y quedan en estacionamientos colectivos. Acomoda la tag en un compartimento cerrado del baúl o bajo el asiento, protegida del agua y de la vibración. Úsala para encontrar la moto, no para perseguirla en caso de robo.
- CascoEl casco queda en el restaurante, en el trabajo, en casa de amigos y en la cochera equivocada. El cordón se sujeta bien en la barbijera.
- BicicletaAcomoda la tag fuera del campo de visión, dentro del asiento, en el soporte de la botella o en el interior del manubrio. Sirve para encontrar la bici en el bicicletero y para saber en qué dirección quedó.
- Monopatín eléctricoLa misma lógica de la bicicleta, con la ventaja de que la mayoría de los modelos tiene compartimentos cerrados.
- Trailer y remolqueQueda parado por semanas en un playón, una chacra o un terreno prestado, y nadie recuerda exactamente dónde.
- Casa rodante o motorhomeÚtil también para seguirle el rastro cuando el vehículo queda en el taller o en un playón de terceros.
- Bote pequeño, kayak o moto de aguaGuardados en marinas, guarderías náuticas y remolques compartidos. Usa un compartimento estanco: la tag resiste salpicaduras, no inmersión.
Desde 2024, los iPhone y los celulares Android muestran una alerta cuando un rastreador desconocido se desplaza junto con la persona, sin importar en qué sistema fue registrada la tag. En la práctica, quien se lleve tu vehículo probablemente será notificado y podrá encontrar y desactivar la tag. Y, aunque la posición aparezca en el mapa, nunca vayas al lugar en persona: esa información es para la policía.
Mascotas
- Collar del perroExcelente para el perro que se escondió dentro de la casa, en el patio o en el terreno del vecino. No sustituye al collar con identificación ni al microchip, que son los que garantizan el retorno de un animal encontrado por otra persona.
- Collar del gatoLos gatos que tienen acceso a la calle suelen quedarse dentro de un radio pequeño, casi siempre en zona residencial con muchos celulares cerca, lo que favorece la actualización de la posición.
- TransportadoraPara quien viaja con el animal despachado en la bodega o lo deja en un hotel para mascotas o en la guardería.
En zona rural o de monte, con poquísimos celulares circulando, la posición puede quedar detenida por horas. Para un animal con acceso amplio al aire libre lejos de la ciudad, el equipo adecuado es un collar con GPS y chip propios.
Cripto y seguridad patrimonial
Esta es la sección en la que nuestra experiencia como casa de seguridad pesa más. La Smart Tag tiene lugar en la rutina de quien hace autocustodia, siempre que se entienda exactamente qué problema resuelve: el olvido, no el robo.
- Estuche de la billetera físicaEl aparato guardado en un lugar tan bien pensado que ni quien lo guardó recuerda cuál es. Sujeta la tag al estuche o a la funda de tu billetera física Trezor, Ledger o SecuX. La tag no expone lo que está protegiendo: la señal es anónima y el nombre del objeto existe solo dentro de tu app.
- Respaldo de las palabras de recuperaciónUso posible, con salvedades que merecen párrafo propio más abajo. En resumen: funciona para el respaldo que está en tu casa y para la caja que tú mismo mueves, no para el respaldo escondido en un lugar que no quieres ver registrado en ninguna parte.
- Caja fuerte portátil o pequeñaEsa caja de acero que cambia de lugar durante una refacción o una mudanza y desaparece del radar por semanas. Sujeta la tag por fuera, nunca adentro: el metal cerrado bloquea la señal.
- Llave de seguridad 2FALa YubiKey o la Key-ID del juego de llaves de repuesto. Perder la llave de segundo factor no cuesta dinero, cuesta el acceso a cuentas críticas.
- Kit de viaje criptoEl estuche con billetera, cable, adaptador y tarjeta de recuperación que viaja en la mochila.
- Estuche con disco externo o pendrive de respaldoRespaldos digitales que circulan entre la casa, la oficina y la caja de seguridad del banco.
- Caja de documentos societarios y certificadosEstatuto social, certificados digitales, escrituras y pólizas. Papeles que quedan guardados por años y migran de armario en cada mudanza.
Sobre sujetar la tag al respaldo de las palabras de recuperación
Vale la pena tratar este caso con el cuidado que merece, porque la respuesta depende de dónde está tu respaldo.
Tiene sentido cuando el respaldo en papel o en acero queda en un cajón, en una caja o en una caja fuerte doméstica que tú mismo mueves, y el riesgo que quieres cubrir es el más probable de todos: guardarlo tan bien que se pierde la referencia, o moverlo durante una refacción y no recordar adónde fue.
No tiene sentido cuando el respaldo está escondido en un lugar cuya discreción es justamente la protección, o dentro de una caja fuerte metálica cerrada, o en una caja de seguridad del banco. En esos casos la tag o no transmite, o transmite exactamente aquello que no quieres registrado.
1. El metal bloquea la señal. Una placa de acero, una cápsula metálica cerrada y una caja fuerte de acero atenúan o eliminan la transmisión Bluetooth. Sujeta la tag por fuera del recipiente, o acepta que no va a reportar nada.
2. El nombre del objeto se vuelve un mapa. Quien tenga acceso a tu celular desbloqueado o a tu cuenta ve la lista de objetos y la última posición de cada uno. Nunca nombres el objeto de una forma que revele el contenido. Prefiere algo neutro como Caja 2 a cualquier nombre que mencione respaldo, seed, palabras o el nombre de una criptomoneda.
3. La tag no es una capa de seguridad. No protege el respaldo, no avisa si alguien abrió la caja y no impide la lectura de las palabras. Lo que protege el respaldo es el lugar elegido, la redundancia de copias y, cuando corresponde, la passphrase.
Si tu objetivo real es reducir el riesgo de perder el acceso, el camino no es el rastreador, es la redundancia del respaldo en lugares distintos. Hablamos de eso en detalle en el Curso Trezor do Básico ao Avançado, gratuito y de por vida para quien compra una billetera con nosotros. El curso está en portugués.
Mudanza, préstamo y logística
- Cajas de mudanzaPonla en las dos o tres cajas que no puedes perder de vista, con las cosas esenciales de los primeros días.
- Objetos prestadosHerramienta, libro, proyector, disco externo. Avisa a quien lo pidió prestado que la tag está ahí; el objetivo es recordar la devolución, no vigilar a nadie.
- Bulto enviado por mensajería o transporte particularPara entregas locales y acordadas, da una noción del trayecto que siguió el bulto. No sustituye el rastreo oficial de la transportadora.
- Equipo alquilado o de locaciónQuien alquila equipos para eventos sabe cuánto material se pierde entre el montaje y el desmontaje.
- Equipaje de terceros bajo tu responsabilidadGuías y organizadores de grupo que responden por varias maletas. Una tag por bulto, con nombres claros, ahorra mucha conversación en el arribo.
Dónde no usar la Smart Tag
- En personas, sin consentimiento. Sujetarle un rastreador a alguien sin que esa persona lo sepa es una violación de la privacidad y puede configurar delito. Los propios sistemas operativos avisan a la víctima. Para acompañar a niños o a personas mayores con el consentimiento de ellas, el equipo correcto es un dispositivo con GPS y chip propios.
- Como antirrobo de vehículo. Explicado más arriba: sin GPS, sin chip y con alerta automática para quien esté con el vehículo, la tag no cumple ese papel.
- Dentro de recipientes metálicos cerrados. Cajas fuertes, cápsulas de acero y cajas metálicas bloquean la señal Bluetooth.
- Sumergida. La tag resiste salpicaduras y lluvia leve, y la versión Android tiene certificación IPX6, pero ninguna de las dos fue hecha para quedar bajo el agua.
- En un lugar sin circulación de personas. Zona rural aislada, galpón vacío, contenedor. Sin celulares cerca, no hay quien reporte la posición.
- Como única protección de un objeto de alto valor. Para eso existen el seguro, la caja fuerte y el rastreador dedicado. La tag es una capa de comodidad, no de seguridad.
- Sujeta a algo expuesto al calor extremo. El tablero del auto al sol y el baúl cerrado en verano reducen la vida útil de la pila.
Consejos de instalación: qué perjudica la señal
| Situación | Efecto en la señal | Qué hacer |
|---|---|---|
| Dentro de caja de acero o caja fuerte | Bloqueo casi total | Sujeta la tag por fuera del recipiente |
| Dentro de maleta con mucha ropa | Atenuación leve | Ubícala en un bolsillo interno, cerca del lateral |
| Bajo el asiento o en el baúl de la moto | Atenuación moderada | Evita el contacto directo con una superficie metálica grande |
| Tablero del auto expuesto al sol | Señal normal, pila perjudicada | Prefiere la guantera o el bolsillo del asiento |
| Fondo del bolso junto a monedas y llaves | Atenuación leve, riesgo de rayado | Usa la funda de silicona o un bolsillo propio |
| Zona rural sin circulación de personas | Sin actualización de posición | Considera un dispositivo con GPS y chip |
Qué versión comprar según el perfil
La regla es siempre la misma: compra la versión del celular de quien va a seguir el objeto en el mapa, y no del celular de quien carga el objeto. Las dos versiones usan redes diferentes y no son intercambiables.
Si la tag es para que la sigas en tu propio aparato, la versión indicada es la iOS, que usa la red Buscar de Apple. La versión Android no funciona con iPhone.
Si la tag es para que la sigas en tu propio aparato, la versión indicada es la Android, disponible en negro y blanco, que usa el Localizador de Google. La versión iOS no funciona con Android.
| Perfil | Versión indicada | Observación |
|---|---|---|
| Usa iPhone o iPad | Versión iOS | Exige iOS o iPadOS 14.5 o superior; incluye funda de silicona |
| Usa celular Android | Versión Android, negra o blanca | Exige Android 9 o superior con Google Play y bloqueo de pantalla configurado |
| Es para regalar | La del celular de quien la recibe | Entrégala sellada, para que la persona haga el primer registro en su cuenta |
| Pareja con sistemas diferentes | Una de cada | El uso compartido de objetos no atraviesa sistemas operativos |
| Quiere cubrir varios objetos | Varias unidades del mismo sistema | Todas aparecen en la misma pantalla, cada una con nombre propio |
Preguntas frecuentes
¿Puedo usar la Smart Tag como rastreador de mi auto?
Para encontrar dónde estacionaste, sí, y resuelve muy bien. Como antirrobo, no. La tag no tiene GPS ni chip, depende de celulares pasando cerca y, desde 2024, los iPhone y los celulares Android alertan a la persona cuando un rastreador desconocido se desplaza junto con ella. Para seguridad vehicular, el equipo correcto es un rastreador con GPS, chip y monitoreo.
¿Puedo sujetar una tag al respaldo de mis palabras de recuperación?
Puedes, con tres cuidados. El metal cerrado bloquea la señal, así que sujeta la tag por fuera del recipiente. Nombra el objeto de forma neutra, porque quien acceda a tu celular desbloqueado ve la lista y la última posición. Y recuerda que la tag no protege el respaldo, solo ayuda a encontrarlo. Para un respaldo guardado en un lugar cuya discreción es la propia protección, o en una caja de seguridad bancaria, lo mejor es no usar tag.
¿Cuántas tags necesito?
Empieza por dos o tres objetos que se pierden con frecuencia o cuya pérdida sale cara: llaves, mochila y maleta suelen ser la combinación inicial. Todas las tags aparecen en la misma pantalla de la app, cada una con nombre propio.
¿La tag funciona dentro de la maleta despachada?
Sí. Los aeropuertos son ambientes con altísima circulación de celulares, lo que favorece la actualización frecuente de la posición. Sujétala dentro de la maleta, no en el asa externa.
¿Puedo poner una tag en el collar de mi mascota?
Sí, y funciona bien en zona urbana. No sustituye la identificación en el collar ni el microchip, que son los que garantizan el retorno del animal encontrado por otra persona. En zona rural, con poca circulación de celulares, prefiere un collar con GPS propio.
¿La tag avisa si alguien mueve el objeto de lugar?
No existe alarma de movimiento. Lo que existe es el aviso de separación, que notifica cuando te alejas del objeto, y la actualización de la posición en el mapa cuando algún celular compatible pasa cerca de la tag.
Elige dónde va a quedar la tuya
Smart Tag de Rastreo en las versiones iOS y Android, con homologación Anatel y envío inmediato desde São Paulo. Tienda y atención en portugués.
Ver la Smart Tag en la tiendaLectura complementaria: Smart Tag de rastreo: cómo funciona · Cómo configurar y usar la Smart Tag. Sobre las alertas de rastreo no deseado, ver el comunicado conjunto de Apple y Google (apple.com). Apple, iPhone, iPad y Buscar son marcas de Apple Inc. Google, Android y Localizador son marcas de Google LLC.
Practical guidePublished by the KriptoBR team · Updated September 2026 · 14 minute read
- How to choose where to attach your tag
- Home and daily routine (uses 1 to 10)
- Work and study (11 to 18)
- Travel and luggage (19 to 27)
- Car, motorcycle and other vehicles (28 to 35)
- Pets (36 to 38)
- Crypto and asset security (39 to 45)
- Moving, lending and logistics (46 to 50)
- Where not to use the Smart Tag
- Placement tips: what weakens the signal
- Which version to buy for each profile
- Frequently asked questions
How to choose where to attach your tag
Before the list, three simple criteria that stop you from wasting a tag on something that never goes missing:
- Frequency. How often does the item go missing? Keys and the TV remote beat by a mile anything you lose once every five years.
- Consequence. How costly is it if the item disappears? Checked luggage rarely goes missing, but when it does it becomes a problem that lasts days.
- Signal access. The tag needs to be able to transmit. An item stored inside sealed metal, or somewhere with no people passing by, is the worst possible scenario for any Bluetooth tracker.
If you are not yet familiar with how this works, it is worth reading Smart Tag tracker: how it works first, and then the setup guide How to set up and use the Smart Tag. Both articles are in Portuguese.
Home and daily routine
- House keysThe number one use, and for good reason: the 70 dB alarm takes seconds to find the keyring that slipped between the sofa cushions or fell behind the furniture.
- Spare car or motorcycle keyThe key that stays put away is exactly the one nobody can find on the day the main one disappears. Attach the tag to that one, not to the everyday key.
- Wallet with documents and cashThe iOS version comes with a silicone case, which makes it easy to slot into an inner compartment without getting in the way.
- TV remote controlIt sounds excessive until the first time you trigger the alarm and find the remote inside the laundry basket.
- Wireless earbuds caseSmall, expensive and forever moving around. Attach the lanyard to the ring on the case.
- Glasses caseEspecially reading and sunglasses, which end up on any flat surface in the house.
- UmbrellaOne of the most forgotten items in restaurants and offices. With separation alerts on, you get the notification while still at the door.
- Pouch with daily medicationHere the tag stops being a convenience and becomes peace of mind, especially when travelling.
- Gym bagIt goes missing in the locker room, in the car and in the boot. And on the way home, it is the bag left on the back seat.
- Key handed to someone elseThe key left with a cleaner, caretaker, building manager or neighbour. Tell the person the tag is there, for transparency, and you will know whether the key made it home.
Work and study
- Laptop backpackCombined with separation alerts, this is what prevents leaving it behind at the restaurant, the coworking space or the meeting room.
- Laptop, inside the sleeveThe tag does not protect against theft, but it helps a lot with the most common case: the laptop left in another room, on another floor, or at someone’s house.
- Tool casePeople working in the field change sites several times a week. The tag shows which address the case stayed at.
- Camera and lens bagExpensive gear, constant movement and plenty of people around at events.
- Instrument caseRehearsal, gig, van, dressing room. An instrument passes through many hands in a single night.
- Badge and lanyardLosing a work badge usually costs a replacement fee and an entire morning of paperwork.
- Folder with documents and contractsFor anyone moving between notary, bank and office carrying originals that cannot go missing.
- Children’s school backpackThe tag goes in the backpack, the pencil case or the lunch box, never attached to the child. It is a tool for finding forgotten belongings, not for monitoring people.
Travel and luggage
- Checked suitcaseThe fastest growing use. Put the tag inside the suitcase, not on the outer handle, so it does not draw attention or come loose on the belt. Even from your seat on the plane you can check whether the bag boarded the same flight.
- Carry-on bagUseful when the bag has to be gate-checked at the last minute, the moment it stops being under your eyes.
- Bag with passport and documentsParticularly worthwhile on international trips, where recovering documents is far more complicated.
- Hiking and camping backpackWith one important caveat: in wooded areas with no phones nearby, the position only updates when someone with a compatible device walks past.
- Checked strollerA bulky item, handled on a separate belt, that often takes a while to show up at arrivals.
- Checked sports equipmentSurfboard, golf clubs, skis, diving gear. Oversized items are the ones most likely to get separated from the rest of the luggage.
- Boxed bicycleSame logic, with high value and a handling route different from regular luggage.
- Tent at a campsite or festivalFinding your own tent in a field with hundreds of identical ones, at night, is a real problem. The alarm solves it.
- Cooler at an eventBeach, campsite, party in the building. A cooler travels far more than its owner imagines.
Car, motorcycle and other vehicles
Before the uses, one distinction that has to be clear: the Smart Tag is not an anti-theft vehicle tracker. A vehicle tracker has its own GPS, a data SIM, power from the car and a monitoring centre. The Smart Tag is a Bluetooth transmitter with a coin cell that depends on phones passing nearby. That said, it solves an entire category of everyday problems very well.
- Parked carThe most underrated use on the list. A mall with six parking levels, an airport car park, an unfamiliar street in another city: the tag in the glovebox or seat pocket shows the section and the alarm does the rest. Avoid leaving the tag on the dashboard, where trapped heat shortens battery life.
- MotorcycleMotorcycles change spots often and sit in shared car parks. Place the tag in a closed compartment of the top case or under the seat, shielded from water and vibration. Use it to find the bike, not to chase it after a theft.
- HelmetHelmets get left at restaurants, at work, at friends’ houses and in the wrong building garage. The lanyard attaches nicely to the chin strap.
- BicyclePlace the tag out of sight, inside the saddle, in the bottle cage or inside the handlebar. Useful for finding the bike in the rack and for knowing which address it stayed at.
- Electric scooterSame logic as the bicycle, with the advantage that most models have closed compartments.
- TrailerIt sits for weeks in a yard, on a farm or on borrowed land, and nobody remembers exactly where.
- Caravan or motorhomeAlso useful for keeping track when the vehicle is at the workshop or in someone else’s yard.
- Small boat, kayak or jet skiKept in marinas, dry storage and shared trailers. Use a watertight compartment: the tag survives splashes, not submersion.
Since 2024, iPhones and Android phones display an alert when an unknown tracker is travelling with a person, regardless of which system the tag was registered on. In practice, whoever takes your vehicle is likely to be notified and will be able to find and disable the tag. And even if the position shows up on the map, never go to the location yourself: that information is for the police.
Pets
- Dog collarExcellent for the dog hiding inside the house, in the yard or on the neighbour’s land. It does not replace an ID collar and a microchip, which are what get an animal home when a stranger finds it.
- Cat collarCats with outdoor access tend to stay within a small radius, almost always in residential areas with plenty of phones around, which helps the position update.
- Pet carrierFor anyone flying with the animal in the hold or leaving it at a pet hotel or daycare.
In rural or wooded areas, with very few phones circulating, the position can stay frozen for hours. For an animal with wide outdoor access far from the city, the right equipment is a collar with its own GPS and SIM.
Crypto and asset security
This is the section where our experience as a security company weighs most. The Smart Tag has a place in the routine of anyone practising self-custody, as long as it is clear which problem it solves: forgetfulness, not theft.
- Hardware wallet caseThe device stored somewhere so well thought out that even the person who stored it cannot recall where. Attach the tag to the pouch or case of your hardware wallet, whether Trezor, Ledger or SecuX. The tag does not expose what it is protecting: the signal is anonymous and the item name exists only inside your own app.
- Recovery seed backupA possible use, with caveats that deserve their own section just below. In short: it works for the backup that lives in your home and for the box you move yourself, not for a backup hidden somewhere you would rather see recorded nowhere at all.
- Portable safe or small strongboxThat steel box that moves during renovation work or a house move and drops off the radar for weeks. Attach the tag on the outside, never inside: sealed metal blocks the signal.
- 2FA security keyThe YubiKey or Key-ID on the spare keyring. Losing your second factor does not cost money, it costs access to critical accounts.
- Crypto travel kitThe pouch with wallet, cable, adapter and recovery card that travels in your backpack.
- Case with an external drive or backup flash driveDigital backups that move between home, office and a bank deposit box.
- Box of corporate documents and certificatesArticles of incorporation, digital certificates, deeds and insurance policies. Papers stored for years that migrate from cabinet to cabinet with every move.
On attaching a tag to your recovery seed backup
This case deserves careful treatment, because the answer depends on where your backup is.
It makes sense when the paper or steel backup sits in a drawer, a box or a home safe that you move yourself, and the risk you want to cover is the most likely one of all: storing it so well that you lose track of it, or moving it during renovation work and forgetting where it went.
It does not make sense when the backup is hidden somewhere whose discretion is precisely the protection, or inside a sealed metal safe, or in a bank deposit box. In those cases the tag either does not transmit at all, or transmits exactly what you did not want recorded.
1. Metal blocks the signal. A steel plate, a sealed metal capsule and a steel safe weaken or eliminate Bluetooth transmission. Attach the tag on the outside of the container, or accept that it will report nothing.
2. The item name becomes a map. Anyone with access to your unlocked phone or your account sees the list of items and the last position of each one. Never name the item in a way that reveals its contents. Prefer something neutral such as Box 2 over any name mentioning backup, seed, words or the name of a cryptocurrency.
3. The tag is not a security layer. It does not protect the backup, does not warn you if someone opened the box and does not stop anyone reading the words. What protects the backup is the location you chose, redundant copies and, where applicable, a passphrase.
If your real goal is reducing the risk of losing access, the answer is not a tracker, it is backup redundancy across separate locations. We cover that in detail in the Curso Trezor do Básico ao Avançado, free and lifelong for anyone who buys a wallet from us. The course is taught in Portuguese.
Moving, lending and logistics
- Moving boxesPut one in the two or three boxes you cannot lose track of, the ones with the essentials for the first days.
- Lent itemsA tool, a book, a projector, an external drive. Tell the borrower the tag is there; the point is remembering the return, not watching anyone.
- Parcel sent by courier or private transportFor local, pre-arranged deliveries it gives a sense of the route the parcel took. It does not replace the carrier’s official tracking.
- Rented or hired equipmentAnyone renting equipment for events knows how much gear disappears between setup and teardown.
- Other people’s luggage in your careTour guides and group organisers responsible for several suitcases. One tag per bag, with clear names, saves a lot of conversation at arrivals.
Where not to use the Smart Tag
- On people, without their consent. Attaching a tracker to someone without their knowledge is a privacy violation and can be a criminal offence. The operating systems themselves warn the victim. To keep track of children or older relatives with their consent, the right equipment is a device with its own GPS and SIM.
- As vehicle anti-theft. Explained above: with no GPS, no SIM and an automatic alert to whoever has the vehicle, the tag does not fill that role.
- Inside sealed metal containers. Safes, steel capsules and metal boxes block the Bluetooth signal.
- Submerged. The tag withstands splashes and light rain, and the Android version carries IPX6 certification, but neither was made to sit underwater.
- Somewhere with no people passing by. Isolated countryside, an empty warehouse, a shipping container. With no phones nearby, there is nobody to report the position.
- As the only protection for a high value item. That is what insurance, a safe and a dedicated tracker are for. The tag is a convenience layer, not a security layer.
- Attached to something exposed to extreme heat. A sun-baked dashboard and a closed boot in summer shorten battery life.
Placement tips: what weakens the signal
| Situation | Effect on the signal | What to do |
|---|---|---|
| Inside a steel box or safe | Almost total blocking | Attach the tag outside the container |
| Inside a suitcase packed with clothes | Slight weakening | Place it in an inner pocket, close to the side wall |
| Under the seat or in a motorcycle top case | Moderate weakening | Avoid direct contact with a large metal surface |
| Car dashboard in the sun | Normal signal, battery affected | Prefer the glovebox or a seat pocket |
| Bottom of a bag among coins and keys | Slight weakening, risk of scratches | Use the silicone case or a dedicated pocket |
| Rural area with no people passing by | No position updates | Consider a device with its own GPS and SIM |
Which version to buy for each profile
The rule is always the same: buy the version matching the phone of whoever will follow the item on the map, not the phone of whoever carries the item. The two versions use different networks and are not interchangeable.
If the tag is for you to follow on your own device, the version to buy is the iOS one, which uses Apple’s Find My network. The Android version does not work with an iPhone.
If the tag is for you to follow on your own device, the version to buy is the Android one, available in black and white, which uses Google Find Hub. The iOS version does not work with Android.
| Profile | Version to buy | Note |
|---|---|---|
| Uses an iPhone or iPad | iOS version | Requires iOS or iPadOS 14.5 or later; includes a silicone case |
| Uses an Android phone | Android version, black or white | Requires Android 9 or later with Google Play and a screen lock set up |
| Buying it as a gift | The one matching the recipient’s phone | Hand it over sealed, so the person makes the first pairing on their own account |
| A couple on different systems | One of each | Item sharing does not cross operating systems |
| Wants to cover several items | Several units on the same system | They all appear on the same screen, each with its own name |
Frequently asked questions
Can I use the Smart Tag as a tracker for my car?
For finding where you parked, yes, and it works very well. As an anti-theft device, no. The tag has no GPS and no SIM, it depends on phones passing nearby, and since 2024 iPhones and Android phones alert a person when an unknown tracker is travelling with them. For vehicle security, the right equipment is a tracker with GPS, a SIM and monitoring.
Can I attach a tag to my recovery seed backup?
You can, with three precautions. Sealed metal blocks the signal, so attach the tag on the outside of the container. Name the item neutrally, because anyone with access to your unlocked phone sees the list and the last position. And remember the tag does not protect the backup, it only helps you find it. For a backup kept somewhere whose discretion is the protection itself, or in a bank deposit box, it is better not to use a tag at all.
How many tags do I need?
Start with two or three items that go missing often or whose loss is costly: keys, backpack and suitcase are the usual first combination. All tags appear on the same screen in the app, each with its own name.
Does the tag work inside checked luggage?
Yes. Airports have a very high density of phones, which favours frequent position updates. Attach it inside the suitcase, not on the outer handle.
Can I put a tag on my pet’s collar?
Yes, and it works well in urban areas. It does not replace the ID on the collar or the microchip, which are what get an animal home when a stranger finds it. In rural areas, with few phones circulating, prefer a collar with its own GPS.
Does the tag warn me if someone moves the item?
There is no motion alarm. What exists is the separation alert, which notifies you when you walk away from the item, and the position update on the map whenever a compatible phone passes near the tag.
Choose where yours will live
Smart Tag tracker in iOS and Android versions, with Anatel approval and immediate shipping from São Paulo. Store and support in Portuguese.
See the Smart Tag in the storeFurther reading: Smart Tag tracker: how it works · How to set up and use the Smart Tag. On unwanted tracking alerts, see the joint statement from Apple and Google (apple.com). Apple, iPhone, iPad and Find My are trademarks of Apple Inc. Google, Android and Find Hub are trademarks of Google LLC.



